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IWC Big Pilot Heritage IWC Big Pilot Heritage Pronto a expedir 12.150  DE 74 2015

IWC – Excelência suíça desde 1868

A International Watch Company (IWC) é uma das marcas relojoeiras suíças mais prestigiadas do mundo. A manufactura tornou-se célebre pelos seus relógios de piloto, mas propõe também modelos mais elegantes como o Portugieser ou o Portofino.

Destaques da IWC

  • Relógios de luxo com calibre de manufactura
  • Longa tradição em relógios de piloto
  • Coleções elegantes como o Portugieser e o Da Vinci
  • Complicações como turbilhão ou cronógrafo flyback
  • Caixa em aço, ouro ou platina

Fornecedor da Royal Air Force

A IWC foi fundada em 1868 e, após ter mudado de mãos diversas vezes, a empresa pertence atualmente ao grupo empresarial Richemont, proprietário de outras marcas como a Cartier e a Dunhill. Grande parte da sua notoriedade deve-se a uma das maiores invenções do século XX: o avião. Durante a Segunda Guerra Mundial, a IWC começou a produzir o relógio de piloto 52 T. S. C., equipado com um calibre de manufactura e um ponteiro grande dos segundos. Este podia ser usado por cima do fato de piloto e apresentava uma caixa de 55 mm e um peso de 183 gramas, sendo o maior relógio jamais concebido pela IWC. Esta peça foi a fonte de inspiração para o Big Pilot's Heritage Watch 55, um modelo que faz parte do catálogo atual da IWC.
Em 1948 foi lançado o Mark 11, o mais célebre relógio de aviador da manufactura, que fez parte do equipamento dos pilotos da Força Aérea Real Britânica durante mais de 30 anos. O seu sucessor foi o Mark XVIII, um relógio sóbrio de três ponteiros que mede 40 mm de diâmetro. Este modelo distingue-se pela sua excelente legibilidade, com mostrador preto, ponteiros bastão e algarismos brancos contrastantes.
A IWC propõe cerca de 24 modelos de relógios de piloto no seu catálogo. Uma das suas coleções presta homenagem ao escritor e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, e outra ao lendário avião de caça britânico Spitfire. A coleção Top Gun presta homenagem à era do avião a jato. Alguns modelos apresentam-se com um mecanismo rattrapante, que permite a cronometragem de tempos intermédios. Este tipo de relógios é facilmente reconhecível por um terceiro botão, posicionado às dez horas.

IWC Ingenieur: o técnico

Outra coleção com um caráter marcadamente técnico é a Ingenieur. Alguns modelos inspiram-se na Fórmula 1 e prestam homenagem a pilotos como Lewis Hamilton e Nico Rosberg. O Ingenieur Automatic é um dos relógios mais célebres desta linha, contando com um mecanismo resistente a campos magnéticos. Esta peça apresenta-se com um design sóbrio e com um tamanho médio de 40 mm. Esta linha conta ainda com outros modelos de estilo futurista, com um diâmetro de 46 mm. O Ingenieur Constant-Force Tourbillon está disponível em platina e cerâmica. Este modelo vem equipado com o calibre de manufactura 94800, que se destaca pelo turbilhão de força constante e uma impressionante reserva de marcha de 96 horas. Inclui ainda um indicador de reserva de marcha, fases da lua (para ambos os hemisférios) e um indicador que mostra as fases até à próxima lua cheia. Este modelo está limitado a 50 exemplares.

IWC Aquatimer: tempo de mergulho

Para uma marca suíça de relógios de luxo, é quase obrigatório ter uma linha de relógios de mergulho no catálogo. No caso da IWC, esta linha dá pelo nome de Aquatimer. O modelo mais elaborado é o Aquatimer Automatic 2000, resistente até 2.000 m de profundidade. A IWC concebeu o primeiro protótipo deste relógio em 1982 como instrumento para mergulhadores profissionais em operações de desarmamento de minas. A sua caixa de 46 mm de diâmetro é fabricada em titânio, um material simultaneamente leve e robusto. O Aquatimer Chronograph Expedition Charles Darwin Edition tem uma caixa em bronze, um material extremamente invulgar. Outra variante do Aquatimer, o Deep Three, vem equipado com um profundímetro mecânico. Todos os relógios da linha Aquatimer dispõem de um sistema Safe Dive, que impede uma modificação acidental do tempo de mergulho.

IWC Portugieser: o clássico

A International Watch Company mostra uma outra face com o Portugieser, o Portofino e o Da Vinci. O Portugieser é um relógio clássico e elegante. Esta coleção foi criada na década de 1930, quando os importadores portugueses Rodrigues e Teixeira, de Lisboa e do Porto, solicitam uma série de relógios de pulso com movimentos de relógios de bolso e com a precisão dos cronómetros da marinha. Atualmente, estão disponíveis versões em aço inoxidável, ouro vermelho ou platina. Os especialistas em relojoaria consideram que o Portugieser Chronograph (referência 3714) é uma das reinterpretações mais bem conseguidas da marca. Com o Portugieser, a IWC eleva a sua fasquia relojoeira ao patamar de fabricantes como a Patek Philippe. Calendário perpétuo, repetição de minutos e fases da lua fazem parte da panóplia de complicações. O calibre integra inclusive um mecanismo turbilhão. Ao contrário de outros relógios clássicos, o Portugieser apresenta-se com um mostrador com algarismos árabes e não romanos.

IWC Portofino: o elegante

Em termos estéticos, o Portofino não se distancia muito do Portugieser. Esta linha vai buscar o seu nome à glamorosa cidade mediterrânica próxima de Génova. O modelo mais simples e sóbrio apresenta-se com dois ponteiros e sem janela para a data, e com uma caixa em ouro vermelho de 18 quilates ou aço inoxidável. Está equipado com o calibre de manufactura de corda manual 59060 e inclui um indicador de reserva de marcha que pode ser apreciado através do fundo em vidro de safira. A versão automática com o calibre 35111 é bastante semelhante, mas dispõe adicionalmente de um ponteiro dos segundos e de uma janela para a data. A linha Portofino integra ainda relógios com funções mais complexas, tais como cronógrafo ou fases da lua. Algumas versões são ricamente decoradas com diamantes no mostrador e na luneta.

Da Vinci: o extravagante

Com a sua caixa tonneau, o Da Vinci demarca-se dos restantes relógios propostos pela IWC. Estes modelos elegantes inscrevem-se na mesma linha dos relógios propostos por marcas como a Cartier e a Jaeger-LeCoultre, também elas parte do grupo Richemont. O Da Vinci com caixa redonda está presente no mercado vintage. Pode ser encontrado sob a forma de um relógio simples de três ponteiros com janela para a data e caixa em aço. Contudo, estão também disponíveis versões com complicações mais elaboradas e caixas em ouro rosa ou ouro branco, como o Perpetual Calender Digital Date-Month. O seu movimento cronográfico mecânico 89800 está dotado de inúmeros extras: calendário perpétuo, indicador do ano bissexto, função flyback e janelas grandes para a visualização da data e do mês. A caixa é em ouro rosa de 18 quilates.

Conselhos para a compra de relógios IWC

Pretende adquirir um relógio de luxo de uma das mais renomadas marcas de relojoaria suíça? Há mais de um século que a IWC é símbolo de alta relojoaria, propondo peças apreciadas tanto por especialistas como por colecionadores.
Os relógios de piloto da coleção Mark X gozam de uma excelente reputação entre os modelos deste tipo. Um Mark 11 dos anos 1950 em bom estado pode alcançar os 7.000 euros, ou seja, duas vezes mais do que o modelo atual Mark XVIII novo. O modelo de gama superior com cronógrafo duplo custa cerca de 8.000 euros. A estética depurada destes relógios deriva das suas funções, idealizadas como instrumentos para pilotos.
O relógio de mergulho do catálogo — o IWC Aquatimer — é uma interessante alternativa ao Rolex Submariner ou ao Omega Seamaster. O preço dos modelos mais básicos, em estado novo e com uma caixa de aço inoxidável, começa na casa dos 4.000 euros. As versões em ouro rosa, ou o Deep Three com caixa em titânio, ultrapassam os 12.000 euros.
O IWC Ingenieur está disponível numa larga gama de preços. O Ingenieur Automatic é um relógio bastante diferente do Ingenieur Perpetual Calendar Digital Date-Month, que tem algumas semelhanças com um Hublot. No mercado dos relógios vintage, poderá até encontrar um Ingenieur usado com calibre de quartzo por cerca de 2.000-3.000 euros. O preço de um Automatic novo começa na casa dos 4.500 euros, ao passo que as versões mais caras ultrapassam facilmente os 10.000 euros. O preço elevado destes relógios deve-se aos calibres com múltiplas complicações e materiais exclusivos como a cerâmica e o carbono.
Se procura um relógio clássico e elegante, sugerimos o Portugieser e o Portofino. O preço do Portugieser na versão cronógrafo começa na casa dos 5.000 euros. Se dotado de um mecanismo turbilhão ou de complicações mais raras, como a repetição de minutos, o Portugieser pode alcançar preços na ordem dos 70.000 ou 80.000 euros. As caixas são em ouro vermelho ou platina.
Algumas versões mais antigas do Portofino estão disponíveis a preços mais acessíveis, dado que albergam movimentos de quartzo. Poderá encontrar modelos vintage em bom estado de conservação por menos de 2.000 euros. Um Portofino Automatic novo custa cerca de 3.000 euros. Não vem equipado com um calibre de manufactura, mas sim com o calibre 35111, baseado no Sellita SW300-1. Já um Portofino em ouro branco com complicações como fases da lua ou cronógrafo custa cerca de 20.000 euros.
O Portugieser e o Portofino não são os únicos modelos elegantes da IWC. Os modelos da linha Da Vinci são também extremamente elegantes com as suas caixas tonneau. Os exemplares vintage apresentam-se na forma redonda e estão equipados com movimentos de quartzo, com preços que rondam os 2.000-3.000 euros. Modelos como o Perpetual Calender Digital Date-Month com caixa em ouro rosa alcançam preços mais elevados, custando cerca de 27.000 euros. Se pretende adquirir um Da Vinci em platina, conte com uma verba de pelo menos 30.000 euros.

História da International Watch Company

A história da IWC nada tem de comum. Com efeito, a ideia de criar esta marca nasceu nos Estados Unidos, tendo sido fundada pelo engenheiro e relojoeiro americano Florentine Ariosto Jones (1841-1916). Jones era diretor da empresa de relógios E. Howard & Company. F. A. na cidade de Boston e resolveu aliar a arte relojoeira suíça com as avançadas tecnologias americanas da época. A ideia de fundar a sua própria empresa na Suíça impôs-se logicamente, dado que os salários na Europa eram bastante mais baixos do que nos Estados Unidos. Parte assim para a Europa, acabando por se estabelecer na pequena cidade suíça de Schaffhausen — nome que ainda hoje surge gravado nos mostradores dos relógios IWC — onde conheceu o industrial e fabricante de relógios Johann Heinrich Moser.
Após este encontro, os dois homens decidem associar-se e em 1868 foi criada a International Watch Company. Inicialmente, Jones alugou alguns espaços numa das fábricas de Moser, mas passado algum tempo, estabeleceu-se nas suas próprias instalações. Contudo, o negócio começou a correr mal quando os Estados Unidos impuseram novas taxas de importação sobre os relógios. Jones acabou por desistir, ficando a empresa nas mãos de um banco comercial de Schaffhausen. Em 1874, a IWC tornou-se uma sociedade anónima.
Em 1880, e após uma segunda falência, a IWC torna-se propriedade do industrial de Schaffhausen, Johannes Rauschenbach-Vogel, ficando a empresa nas mãos desta família durante várias gerações, embora tivesse mudado de nome por diversas vezes. A empresa cresceu e teve acionistas tão famosos quanto o psiquiatra e fundador da escola de psicologia analítica Carl Gustav Jung, que se casou com a filha de Johannes Rauschenbach, Emma Rauschenbach. A sua irmã mais nova, Bertha Margaretha, casa-se nesse mesmo ano com o industrial de Schaffhausen, Ernst Jakob Homberger. Em 1929, Ernst Jakob adquire a parte do seu cunhado C. G. Jung e torna-se o único proprietário da IWC. O seu filho, Hans Ernst Homberger, herda a empresa em 1955, tendo sido também o último membro da família a chefiar a IWC. A crise do quartzo, o aumento do preço do ouro e a queda do dólar obrigaram Hans Ernst Homberger a vender o negócio em 1978. Foi adquirida pela empresa alemã VDO, Adolf Schindling AG, especializada em velocímetros. Nesse mesmo ano, a VDO adquiriu outra empresa suíça: a Jaeger-LeCoultre. Em 1991, quando a VDO se dissolveu e passou a fazer parte do grupo Mannesmann, as duas empresas relojoeiras também ficaram debaixo do mesmo teto. Em 2000, a operadora telefónica Vodafone adquiriu o grupo Mannesmann. A Vodafone transferiu a IWC, a Jaeger-LeCoultre e a Lange Uhren GmbH (!{man- alangesoehne,A. Lange & Söhne }) de Glashütte para o grupo de artigos de luxo suíço Richemont. Atualmente, a IWC continua a fazer parte deste grupo, tal como as marcas Panerai ou a Baume & Mercier.