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Patek Philippe DA TASCA Patek Philippe DA TASCA 7.500 

Patek Philippe – Classe pura e intemporal

A Patek Philippe é uma das mais conceituadas marcas de alta relojoaria. Os relógios mais caros do mundo são sinónimo de luxo, tradição e uma qualidade mecânica inigualável. Entre os muitos clientes da marca contam-se chefes de estado, atores e músicos.

Destaques da Patek Philippe

  • Inventores de complicações importantes como o calendário perpétuo e o cronógrafo rattrapante
  • Calatrava: o dresswatch por excelência
  • Nautilus: o relógio desportivo elegante concebido por Gérald Genta
  • Materiais privilegiados: ouro e platina
  • Calibres de manufactura elaborados em Silinvar (silício)

Uma marca independente e muito valorizada

A Patek Philippe é uma das poucas manufacturas relojoeiras independentes e encontra-se, desde há muitas gerações, nas mãos de uma empresa familiar. Esta é uma das razões pelas quais é muito apreciada não só pelos amantes da marca como também por especialistas. A marca fabrica quase todos os componentes dos seus sumptuosos relógios nas suas próprias instalações. Em termos de qualidade mecânica, não tem paralelo no universo da relojoaria, a não ser com a Rolex. Ambas são as marcas de luxo mais conceituadas do mercado.
O largo espetro de mais de 200 modelos propostos pela marca de Genebra é um manifesto da perícia relojoeira desta manufactura. O estilo da maioria das suas criações é conservador, e os materiais eleitos são maioritariamente materiais preciosos, como o ouro ou a platina. Muito embora seja raro ver-se um material democrático como o aço na coleção Patek Philippe, a marca tem sabido aplicá-lo criteriosamente na alta relojoaria.
Apresentada em 1932, a coleção Calatrava é uma das mais importantes coleções da Patek Philippe. O seu design inspira-se no movimento Bauhaus, que era na época inovador e revolucionário. Esta corrente artística era expressão de minimalismo, renunciando a elementos decorativos. A Bauhaus influenciou largamente o design do século XX, sobretudo a arquitetura e o mobiliário.
Seguindo a filosofia do "menos é mais", a coleção Ellipse d'Or também se caracteriza por uma estética sóbria com relógios de dois ponteiros, um mostrador extremamente depurado e um movimento ultrafino. Os modelos masculinos da coleção Gondolo apresentam uma caixa retangular. Os relógios femininos com esta mesma forma encontram-se na coleção Twenty~4.
Na linha Complications, a marca propõe relógios que incluem complicações como fases da lua, indicação da reserva de marcha ou hora mundial. Relógios ainda mais nobres e exclusivos que incluem grandes complicações podem ser encontrados na linha Grand Complications, que integra modelos com complicações acústicas, turbilhão ou ??calendário perpétuo. Este tipo de funções mecânicas implica uma mestria relojoeira ao mais alto nível e é aqui que os mestres relojoeiros da Patek Philippe demonstram o seu saber-fazer. Entre as marcas relojoeiras conhecidas pela arte das complicações, contam-se a Blancpain e a Breguet, ambas manufacturas com um vasto legado histórico.
As coleções Nautilus e Aquanaut caracterizam-se por oferecer uma estanqueidade até 120 m. Ambas apresentam uma estética moderna que se demarca um pouco da linha habitual da casa. O Nautilus é um relógio concebido pelo prestigiado designer de relógios Gérald Genta, que também criou o Royal Oak para a Audemars Piguet, com um estilo bastante semelhante. Lançado em 1976, o Nautilus distinguia-se pelo seu look escotilha e a sua caixa em aço, um material que chocou muitos fãs da marca. Atualmente, é considerado o relógio desportivo de luxo por excelência. O Nautilus e o Aquanaut são maioritariamente sóbrios e discretos, contudo existem diversos modelos extravagantes como o Nautilus em ouro branco incrustado com 1.675 diamantes, que se inscreve na mesma gama de preço que certos Rolls-Royce.

Patek Philippe: conselhos de compra

Se procura um relógio elegante e valioso, sugerimos que dê uma vista de olhos no catálogo da Patek Philippe. A irrepreensível reputação da marca e o valor estável das suas peças tornam estes relógios um excelente investimento.
O Patek Philippe Calatrava é o relógio de referência da marca. Trata-se de um dresswatch perfeito para complementar um look mais requintado de fato e gravata. O grande protagonista da coleção atual é o Calatrava com a referência 5119. É o sucessor do Calatrava com a referência 3919, produzido entre 1985 e 2006. Ambos os relógios distinguem-se por uma luneta com decoração em guilhoché e pequenos segundos posicionados às 6 horas. Os ponteiros "Feuille" e os algarismos romanos realçam o caráter clássico desta peça. O preço de um Calatrava 3919 em bom estado de conservação ronda os 8.000 euros. Um Calatrava com a referência 5119 novo custa cerca de 15.000 euros. Se prefere um relógio com um design dos anos 50, sugerimos o Calatrava 5196 com ponteiros dauphin e índices em forma de bastão. Novo, este modelo custa cerca de 16.000 euros.
O Nautilus representa o lado desportivo da Patek Philippe. Os puristas que valorizam a tradição preferem o modelo em aço, cujo número de referência das primeiras versões é o 3700/1. O sucessor atual é identificado com o número 5711/1. O design original criado por Gérald Genta assentava numa caixa em aço e, por isso, a atual versão do Nautilus com a referência 5711/1 é a que mais se aproxima do espírito do original, embora existam também versões em ouro. O que não quer dizer que este material torne o Nautilus mais barato, dado que o preço de um exemplar novo custa cerca de 27.000 euros. São poucos os relógios em aço que alcançam estes preços, mas são também poucos os modelos com o elevado prestígio do Nautilus.
Se é um apreciador de relógios com movimentos complexos e elaborados, encontrará seguramente nas coleções Complications e Grand Complications da Patek Philippe a peça perfeita. Esta coleção integra verdadeiras obras-primas cujos preços rondam os 100.000 euros — ou mesmo, 10 vezes mais. Estas peças de alta relojoaria são dotadas de funções como calendário perpétuo, repetição de minutos, cronógrafo rattrapante ou um turbilhão. A exclusividade dos materiais, como o ouro vermelho, amarelo ou branco, também tem um papel determinante no preço.

Movimentos elaborados e um selo de qualidade próprio

A Patek Philippe foi sempre pioneira nas grandes inovações tecnológicas da relojoaria. A marca genebrina explorou o potencial dos movimentos de quartzo, tendo inclusive patenteado o primeiro relógio de quartzo com circuitos integrados sem peças móveis.
No entanto, é certamente pela relojoaria mecânica produzida in-house que é mais conhecida, e é neste campo que encontramos as maiores inovações. Em 1949, a marca patenteou o balanço Gyromax, que ainda hoje é utilizado em quase todos os seus relógios. Este emprega massas de regulação, em lugar dos tradicionais parafusos, para o ajuste de inércia da frequência de funcionamento. Desde 2005, a marca utiliza o Silinvar — um tipo de silício patenteado pela Patek Philippe — na construção dos seus sistemas de escape. Este material tem a particularidade de ser totalmente antimagnético, de apresentar uma resistência excecional aos choques e à corrosão e de não precisar de lubrificação. Em 2006, a marca lançou a primeira mola espiral fabricada neste material hi-tech.
Com o tempo, a Patek Philippe reduziu gradualmente o uso de calibres e peças de outros fabricantes. Em 2005, a marca apresentou o seu primeiro movimento cronográfico e, desde 2012, fabrica in-house este tipo de calibres. Antes disso, a Patek Philippe utilizava também calibres de outras marcas, como é o caso do primeiro Nautilus que albergava um calibre baseado no 920 da Jaeger-LeCoultre. Este calibre foi também usado pela Audemars Piguet no primeiro Royal Oak e pela Vacheron Constatin no 222. A Valjoux e a Lemania eram os outros dois fornecedores de movimentos da Patek Philippe.
Em 2009, a marca criou um selo próprio de qualidade, o Punção Patek Philippe, que certifica os seus movimentos mecânicos relojoeiros e atesta a qualidade de alto nível. Liberta-se, assim, do Punção de Genebra, o prestigiado selo criado em 1886, que atesta a qualidade dos movimentos mecânicos concebidos no Cantão de Genebra. Ao contrário deste, que certificava os movimentos separados do resto do relógio, a certificação da Patek Philippe incide sobre o relógio depois de completo.

O inventor da coroa

As origens da Patek Phillipe remontam a 1839, quando o nobre polaco Antoni Patek, exilado em Genebra, lança as bases da companhia, iniciando a fabricação dos seus relógios de bolso. Cinco anos mais tarde, conhece o talentoso relojoeiro francês Jean Adrien Philippe numa exposição parisiense, em que este apresentou uma peça revolucionária. Em questão estava uma invenção que hoje nos pode parecer um dado adquirido: a coroa. Antes de esta ser inventada, porém, era necessária uma chave de dar corda para se carregar um relógio e para acertar as horas. Esta chave estava finalmente dispensada. Jean Adrien Philippe associa-se a Patek e é desta ligação que nasce o nome da companhia que ainda hoje se mantém — Patek Philippe.
Por ocasião da 1.ª Grande Exposição de Londres (1851), os dois parceiros de negócios ganharam uma das suas mais proeminentes clientes: a Rainha Vitória de Inglaterra. A monarca adquiriu logo duas peças da manufactura, uma para ela, outra para o príncipe Alberto. Desde então, passaram a figurar entre a sua clientela vários outros ilustres monarcas, entre os quais as famílias reais italiana e dinamarquesa. Em breve, nasceria também uma parceria com a renomada joalharia nova-iorquina Tiffany & Co., para quem a Patek Philippe concebeu 130 relógios exclusivos. Em 1902, a marca genebrina patenteou o primeiro cronógrafo rattrapante. Em 1925, concebe o primeiro relógio de pulso com calendário perpétuo. Em 1932, a empresa foi adquirida pela família Stern, à qual ainda hoje pertence. Desde 2010, é chefiada por Thierry Stern. A Patek Philippe fabrica cerca de 50.000 relógios por ano.
Duas décadas depois do Nautilus, a marca lança o Aquanaut, uma versão mais desportiva e contemporânea. Este modelo foi o escolhido por Paul McCartney e Ringo Starr dos Beatles, se bem que o Rolex Submariner talvez combinasse melhor com a canção Yellow Submarine. Até mesmo o Dalai Lama se rendeu à beleza de um Patek Philippe que lhe foi oferecido pelo Presidente Roosevelt, e garante que esta «é uma das suas posses preferidas». O ator Brad Pitt possui um Nautilus.

A corrida ao relógio mais complicado do mundo

A manufactura genebrina sempre se distinguiu pela sua excelência. Depois de três anos de investigação e fabrico, a Patek Philippe lançou, em 1933, o ??Henry Graves Supercomplication, por encomenda de Henry Graves, um banqueiro da Wall Street, membro da mais elitista e reservada alta sociedade nova-iorquina e um profundo conhecedor de relojoaria. Graves tinha um objetivo: suplantar a coleção do outro único colecionador de relógios à sua altura, James Ward Packard, o brilhante engenheiro por detrás da fábrica de carros de luxo, Packard Motor Car Company. Os dois homens eram os mais importantes colecionadores e aficionados da alta relojoaria da época e, apesar de nunca se terem conhecido pessoalmente, tinham uma coisa em comum: o espírito competitivo. Dessa rivalidade nasce o Supercomplication, considerado a Mona Lisa da relojoaria. Este instrumento do tempo é o relógio mais complicado alguma vez concebido inteiramente à mão – com um total de 920 peças e 24 complicações relojoeiras. Entre estas, contam-se um calendário perpétuo, uma sonnerie com carrilhão Westminster, as horas do nascer e pôr do sol, bem como uma imagem do céu noturno da cidade de Nova Iorque, visto da perspetiva do apartamento de Graves, situado na Fifth Avenue. O Henry Graves Jr. Supercomplication foi vendido num leilão promovido pela Sotheby’s Geneva pelo valor recorde de 24 milhões de dólares, em novembro de 2014. Graves terá pago, na época, 60.000 francos suíços pela encomenda, o que corresponde, atualmente, a cerca de 200 mil dólares americanos. Para comemorar os 150 anos de vida da marca, em 1989, a Patek Philippe concebeu o Calibre 89, que é atualmente o relógio de bolso mais complicado do mundo alguma vez concebido. A peça apresenta 33 funções geridas por 1.728 peças diferentes.
Em novembro de 2016 a Patek Philippe bateu um novo recorde: o relógio com a referência 1518 foi vendido em leilão por 9,6 milhões de francos suíços. Foi o preço mais alto jamais pago por um relógio de pulso. Esta peça era um cronógrafo em aço dotado de um calendário perpétuo.